OUTRO ESCÂNDALO ENVOLVENDO THALLES E SEU GORDO CACHÊ


A história não é nova. O fato se repete, inclusive com o mesmo "artista" que, por sua vez, se nomeia ministro. Um irmão, bem intencionado ou não, de uma cidadezinha do interior do Brasil deseja fazer um evento gossip e logo começa a se perguntar... Quem traremos? Precisamos de alguém que seja sinônimo de público garantido. Quem está estourado??? Alguém responte: vamos trazer o Thalles. Ele está em todas os programas de tevê, vendeu milhares de discos, toca muito na rádio.

E assim, o ciclo se repete. Chamemos o Thalles! Começam as negociações... "O preço tá alto". Argumentos: quer um nome estourado, têm que pagar caro, brother. O tal irmãozinho do interior, nem tão inocente assim, começa a buscar apoio do dono da sorveteria, do presidente do conselho de pastores, do fazendeiro e, louvado seja Deus, da santíssima PREFEITURA.
Tudo pronto, o dia do show se aproxima, mas venderam-se poucos ingressos. "Deus, o que há de errado?!"

Resumo: o show não se paga, o cachê não é pago, quem comprou ingresso fica revoltado, o ARTISTA, apesar de estar escondido em um hotel de luxo da cidade, não aparece e divulga uma nota no outro dia alegando "quebra das cláusulas contratuais".

A pergunta que se deve fazer não é quanto vale o show. Afinal, um show como o do Thalles, se avaliado do ponto de vista técnico e musical, não perde em nada para nenhuma apresentação secular. Entretanto, a pergunta que devemos fazer hoje é: "Qual o preço de um ministério?"

Que não se chame mais de ministério aquilo que é carreira. Sejamos coerentes!

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